A vida não é um filme, mas é bom quando olhamos pra ela através da nossa sublime película chamada fantasia.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Sensibilidade Anarquista
sábado, 25 de dezembro de 2010
Natal real ou Natal virtual?
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| Entre o gesto e a diferença basta uma atitude |
Se fosse para utilizar uma linguagem dos profissionais da informática, diria que Natal é tempo de nos reprogramarmos. De deletarmos do nosso HD todos os vírus ruins que de alguma forma nos impede de ver o outro , não virtualmente mas , humanamente.
Por traz de tantos dados lógicos, e dicotômicos que nos apontam quem é bom e quem é mau, é preferível que sejamos pelo menos neste período do ano um pouco ilógicos e possamos perceber que muito distantes de máquinas, somos humanos com erros e acertos, e ao contrario de computadores que programados para acertar, acertamos mais quando reconhecemos eternos aprendizes.
Para sempre Forrest
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A pérola nos olhos do tempo
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| Por que a felicidade infinita dura o tempo de uma ilusão |
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Manaus: 100 cortes
Aos meu novos amigos o melhor que divido com vocês é o sentimento de paz e tranquilidade por estar novamente quite comigo e com meus sonhos, afinal o que é a vida se não um grande plano seqüência, até quando DEUS grita CORTA!!! (PABLO VILLAÇA)
terça-feira, 4 de maio de 2010
UM ENSAIO CLICHÊ SOBRE SENSIBILIDADE...
A princesa de traços de linho já não incomodava mais o velho ogro. Com perguntas sempre subjetivas , a jovem de cor de pérola trazia uma pureza , há muito perdida , a cada visita sua presença se tornava mais interessante. Não, não havia malicia por parte do seu interlocutor , apenas o desejo mais puro e sincero de que a cada novo encontro a ruptura com o mundo concreto frio e objetivo se fizesse, algo sempre iniciado com as observações mais subjetivas da pequena pétala de gente.
Em comum entre as duas estranhas figuras, o desejo de simplesmente não estar mais ali, uma terra de limites , fronteiras e quase nenhum horizonte.
Naquela tarde , nada seria como antes, instantes mesmo de confirmar a sua presença diante dos olhos do simpático ermitão, a intrépida jovem de chofre lança a seguinte pergunta : o que é sensibilidade.
Mesmo antes de cruzarem os olhos, o grave tom de voz tão peculiar em momentos onde o crepúsculo se fazia ainda mais belo, naquele recorte de tempo, não pode escamotear a surpresa e tão pouco deixar se levar pela força daquela indagação.
A resposta surgiu num leve tom de amargura, “Como perguntas algo que é tão rico em você, e tão objetivo em mim. Sensibilidade e o que se vê e o que se sente, e nunca uma frase pronta”.
Traduzir o que seria aquele sentimento era um desafio inglório diante das suas experiências vividas. Uma ação tão desleal para si como para as palavras que pudessem se aproximar do que seria em verdade ‘a sensibilidade’. Por outro lado sentia-se motivado, mergulhar no escuro era sempre estimulante quando a intenção era buscar um sorriso sempre marcante que surgia daquele singelo rosto. Eram raras as vezes, mas o sabor de vitoria era indescritível toda vez que a jovem garota estimulava-se a sorrir.
Quase que imediatamente , sem deixar tempo para maiores reflexões continuou , “ A sensibilidade é a nossa maior bússola , um sentimento que de alguma forma está presente em cada uma das nossas escolhas, e cada jeito que observamos o mundo, e que acaba nos ajudando a definir um pouco do que somos hoje.Pelo que vejo, mesmo sem saber definir ela se mostra abundante em você”.
Sem tempo para elogios, a ebulição típica dos jovens se materializou numa segunda pergunta , “ E para você o que é a sensibilidade?”, retrucou quase de imediato. Um silêncio incomodo e absolutamente constrangedor amedrontou aquelas almas por longos e intermináveis segundos. “ Para mim a sensibilidade é uma estranha inquilina, que nem sei se mora mais aqui, de tão silenciosa que é”. Ousou uma atitude absolutamente descabida para evitar novos questionamentos. Estendeu-lhe a mãos e convidou-a para um dança imaginária. No que foi prontamente aceito, a garota entendia que ali nunca foi lugar para lógicas ou razões. Ouviu o solfejar de uma canção que não lhe era estranha, lhe soava agradável, uma lembrança atávica de quando sua mãe a embalava para dormir , “Tanto tiempo disfrutamos este amor / Nuestras almas se acercaron tanto asi/Que yo guardo tu/ sabor/Pero tu llevas tambien sabor a mi”...
Não quis comentar mas de canto de olho sem deixar perder o compasso, acompanhou uma furtiva lágrima que discretamente corria na face do amigo que agora se mostrava um exímio e sensível dançarino.
A dança em algum momento se tornou silenciosa como se seu partner estivesse no piloto automático, e a sua mente afogada em lembranças. A parada brusca e intencional da jovem princesa, já indicava o ponto final naquela estranha coreografia. “Tenho que ir” , desperta ela o seu cavalheiro com uma frase tão seca quanto direta.
Já era noite e uma despedida acontecia diante de uma noite enluarada, um abraço e um beijo na testa. ‘Ate breve’, disse. O ogro dormiria em paz , como há muito não o fazia. A visita daquele presente em forma de gente, trouxe a reboque uma leveza de sensações que guardaria por muito tempo na memória. Sabia ele , a sensibilidade em pessoa o teria visitado aquela noite. Antes de cair em seu merecido sono, pode ouvir a própria voz falar uma frase sem muito sentido, “ Falsos milagres do amor...” sorriu e dormiu, entender aquilo tudo já não fazia mais sentido...
Para sempre Forres Riba
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
DO YOU REMEMBER?
É necessário acreditar em lembranças, pois certamente só elas restarão como referência do valor que um dia tivemos ou significamos para alguém.
É primordial investir em boas lembranças, pois o tempo jamais amarela aquelas que forem realmente vividas, e serão revividas toda vez que alguma peça do infinito quebra cabeças ; uma cor, um cheiro, um gosto, um toque povoem de forma intensa o nosso melhor campo sensorial.
As lembranças vão estár lá , em algum departamento da nossa mente, a qual chamo de memotéca , a alimentar o nosso limbo, onde a inércia diante do rememorar é algo absolutamente perdoável.
Lembrar é um exercício para o futuro, o preservar daquilo que já não existe mais, mas que em essência por alguma razão ainda mexe com a nossa alma, um reclame por algo que foi levado embora , um pouco de nós, que outrora foi presente e agora é apenas lembrança....
Para sempre Forrest Riba
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
SILÊNCIO : É ANO NOVO !!!!!!
Entro em 2010 em silêncio, contemplando o inicio de um novo ciclo. Quero que meu atos falem por mim, e não meu discurso, pois confesso sou um péssimo assessor de mim mesmo.
Em silêncio poderei ouvir a voz daquele a quem muitas vezes insisto em calar, e que muito tem a me dizer.
De maneira muda , quero estar atento aos sinais que a vida tem me oferecido, como placas que guiam o caminhante que sai em busca de um pouco de si mesmo , quando algo se perde no meio do caminho.
O ano novo que agora se anuncia deve acontecer em mim, e não eu nele. E ainda sim de forma ausente, tranqüila, quase imperceptível , onde transformações surjam no espaço de uma pausa exatamente localizada entre o anseio e a realização.
Que meu senso de norte tenha sempre a frente Deus nas rédeas, e que meus passos sejam suficientemente saudáveis para cruzar as mais tênues fronteiras entre a ilusão e a realidade.
Que sejam passos silenciosos, para não despertar os outros de suas peculiares letargias, ao mesmo tempo em que possa sentir o crepitar dos sentimentos secos tal qual folhas mortas relegadas por quem um dia abandonou seus sonhos.
O silencio é meu guia neste novo ano pois por ele poderei filtrar o que me dizem e descobrir que posso muito mais, ouvindo apenas o necessário para continuar seguindo em frente.
Por silenciosas ondas ,me entrego com calma a minha meta contemplativa , onde o re criar será apenas o exercício necessário para afirmação de que viver nada mais é do que um silencioso aprendizado.
FELIZ ANO NOVO !!!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Certos dias de Lua...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A sala escura esta lotada...

Afinal trata-se apenas de um quarto escuro, e as vozes roucas dos fantasmas logo passarão.
Para sempre Forrest Riba
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Histórico Sexual
UM OUTRO AMANHÃ, APESAR DE VOCÊ...

Trata-se de uma despedida. Não ocasional ou intencional, mas um desligamento absolutamente necessário.
Certo de que sendo uma decisão unilateral, terei certeza que ao abrir os olhos, ela vai estar lá, poderosa e viril a limitar e determinar a intensidade dos meus passos e das minhas ações.
Com tanta força sob um persona, busquei as minhas próprias armas com a certeza da vitoria de um Quixote para com os seus moinhos de ventos.
A Ansiedade é um peso a descompassar meus passos, atrasando a contemplação do meu caminho, subvertendo todas as minhas emoções, comprometendo os meus ideais.
Tal qual o matemático John Nash e seus adoráveis fantasmas tenho certeza de que ela, a minha Ansiedade me acompanhará por toda uma existência. Mas por uma questão de Ausência-Presente pretendo alcançá-la no seu Calcanhar de Aquiles valorizando-a unicamente sua nulidade, potencializando o seu fim por Entropia(perda de energia por desuso). Desejo-a vela sepultada e inoperante, sendo a única certeza de que este mal necessário me serviu até o dia em que aprendi a viver sem ilusões, abraçando a vida de peito aberto na cadencia que melhor me convier. E como já dizia o ex funcionário da Federal Express Chuck Nolan, irmão do nosso amigo Forrest, “ Amanhã é um outro dia, e quem sabe o que a Maré irá me trazer.”
Para sempre Forrest Riba
sábado, 25 de outubro de 2008
OS SONHOS SE ESMAECEM, AS EMOÇOES NEM TANTO

Se bem que algumas cenas como a do primeiro beijo, ainda me toca de forma plástica onde as rosas possuem um significado que transcendem qualquer tradução.
Poxa era o Natham Lane o amigo homossexual da Michele Pfeifer, isto por que quando vi a versão americana da Gaiola das Loucas, uma sensação de De Já Vu me ocorreu sem que soubesse exatamente por que. Legal saber que a atriz Jane Morris que interpreta a Nedda , alguém intencionalmente feia no filme foi um contraponto do diretor GARRY MARSHALL para uma atriz tão bonita e talentosa.
O filme que trata a solidão , e o medo de ser feliz, o amor e todos os seus riscos de forma bem humorada também foi responsável por apresentar em minha vida a Obra de Claude Debussy, mais particularmente a musica Claire de Lune. Na cena final que traduz a essência da peça adaptada ao cinema pelo mesmo autor Terrence McNally, impossível não conter as lágrimas, o que mostra que nem tudo se perdeu pelo tempo.
Uma boa opção para quem carrega mesmo que quase hibernando a fagulha acesa do romantismo. Pois se não somos príncipes encantados , ou ainda não achamos nossas princesas, tudo bem, afinal quem foi que disse que a vida é um conto de fadas¿!!!!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
(SE) CLONES FOSSEM ,NINGUEM ACREDITARIA

segunda-feira, 6 de outubro de 2008
RESPONDA RAPIDO
O POETA
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Solidão e Lucidez
É natural questionarmos o quanto realmente nos encontramos sozinhos. Estar sozinho é um estado de espírito, e pode ser bom ou ruim desde que possamos escolher o estado de estarmos sós.
Quantas vezes, quantos anos, quanto momentos nos sentimos sós no meio da multidão...
Aquele amor que acabou, o emprego que não te deixa feliz, as relações de aparência... tudo isto por que temos o único medo de abraçar a solidão.
Mas o que se esconde por traz deste véu? A luxuria? O egoísmo? O ciúme? A ambição?
Por traz da cortina existe apenas o 'eu' , a figura a que sempre relegamos ao segundo plano.
É insano pensar que passamos toda nossa existência fugindo de nós mesmos por medo ou vergonha.
A verdade é que o nosso estado de solitude implica em perigo, um senso de alto risco chamado revolução ou se melhor assim soar, mudanças.
Para sempre Forrest Riba
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
SENTIR SAUDADES DÓI

Dói sentir saudades... É algo estranho pois e uma dor que você não quer que ela vá embora. Isto porque talvez ela seja o único registro ainda que dolorido de algo bom que ficou. Palavras, gestos, risos, olhares. Um filme que vai e vem sem obedecer necessariamente a uma seqüência lógica. A mente parece editar os melhores momentos, com direito a replay bastando apenas que fechemos os olhos.
Não importa se o que se guarda seja mera ilusão, recontamos a história a partir da nossa perspectiva. E daí, vivenciamos tantas vezes que for necessária a nossa própria história.
A Saudade é nossa unicamente nossa. Os outros sentem falta, mas nunca saudade!
Saudade e a descrição mais próxima que uma língua já chegou deste sentimento estranho, mas absolutamente comum, mesmo ao mais complexo dos mortais.
Sentir saudade é querer rebobinar a fita das lembranças, mesmo sabendo que já não existe mais nada lá de físico e concreto. Apenas ecos imagéticos da nossa mente daquilo que outrora semeado frutifica vez por outra, quando este tal sentimento belisca o peito até que a lagrima represada lave como um bálsamo essa dor tão abstrata que nos incomoda e nos faz estranhamente felizes.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
QUANDO CHOVE EM CAMPINA

Por que um dia foi sábado chuvoso (29/07/00)
Se Gene Kelly vivo estivesse e pudesse mais uma vez Cantar na Chuva não haveria melhor local do que Campina Grande.
Retirando todo amor que sinto por esta cidade. Retirando o fato de que Campina Grande como a maioria das cidades luta contra problemas de ausência de infra estrutura, problemas que ficam mais evidentes em dias como hoje. Fora isso uma indescritível mágica parece tomar conta da cidade, quando as águas do céu insistem em cair . Uma espécie de aconchego coletivo toma conta da população. Nos abrigos das esquinas e das praças, as pessoas vão esquecendo do tempo , esperando a chuva passar e nesse meio período vão falando sobre si mesmas sem pudor algum, conhecendo mais sobre outras pessoas.
A solidariedade fica evidente por metro quadrado , na divisão dos espaços, dos guarda-chuvas e até nos cafezinhos. O sabor das águas secular de quase 400 mil habitantes é de pura humanização.
De que importa se nem toda a cidade possa ver o que observo agora. De que importa se a minha primeira matéria neste sábado preguiçoso seja sobre a queda no consumo de cerveja em pleno inverno da Serra da Borborema. E que só obrando milagre para encontrar alguém sóbrio que esteja num bar da cidade para dar um depoimento sobre esse assunto “importantíssimo”, debaixo desse toró.
Matéria – Texto- Imagens-Falas-Passagem.
Acho que pouca gente verá no jornal das sete. A chuva insiste em cair e a magia toma conta da cidade.
Gene, Campina é só poesia em dias assim.
Para sempre Forrest Riba
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
CONTEMPLANDO O PONTO AZUL
O pontinho azul, não zomba dos exilados, sabe muito bem que o auto exílio requer renúncia, mesmo que nem sempre a todo instante.
O ponto azul sorri, de peitos literalmente abertos para o mundo, se mostra gente, se mostra feliz, se mostra humana. O ponto azul não se nota, mas é o puro retrato da naturalidade , algo que só agrega observadores como eu, que mesmo não querendo ultrapassar a fronteira , fico feliz pela sua felicidade, tão espontânea , mas tão duramente conquistada. Hoje como imagem rarefeita num passado a se esmaecer com o tempo, só me resta o sorriso feliz do ponto azul, a traduzir que todos podem como um dia, o ponto ousou, e conseguiu simplesmente mudar de cor .
Para sempre Forrest Riba
terça-feira, 2 de setembro de 2008
A DIMENSÃO DE CADA SONHO NUTRIDO
Só por hoje relacionarei as promessas que falam sobre mim mesmo e que por alguma razão as joguei na gaveta, como se o eu que sempre fui, de repente soasse uma ameaça a este carbono de segunda categoria, hoje a representar um borrão daquele que um dia decidi ser.O garoto que sempre gostou de ouvir musica de preto, continua mais black do que nunca, o samba rock do velho Bebeto é o botão de start para que o corpanzil aqui esqueça das suas limitações calcificadas pelo tempo e peça o suingue do Benjor , a alma do Zoli , a batida do Skowa, o “bolachão” do TIM com direito ao ruído da agulha no vinil evocando suas parcerias com o Cassiano.
Quero ser fiel a promessa de fazer a minha primeira tatuagem, uma rebeldia infantilóide que ainda me cobro com juros e correções visionárias
Tudo isso para que eu saiba que estou mais vivo do que nunca, e que vivos estão os meus sonhos estes sim que não envelhecem nunca, e que independente de mim, renascerão em outros corações.
Para sempre Forrest Riba.
Quem sou eu
- Forrest RIBA
- Vivo de historias, conto,ouço, decoro, declamo. Sou parte desse conto neste canto da pagina. Sem encanto, tento cantar a vida e nela seguir o tom, ainda que fora da pauta , de mim não tenha dó. Feliz Sempre , bom humor, saude e paz.
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